3.11.12


Seminário Episcopal de Angra

150 Anos

1862 - 2012



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9.10.12

 



SANTA MISSA PARA A ABERTURA DO SÍNODO DOS BISPOS


E PROCLAMAÇÃO COMO "DOUTORES DA IGREJA"


DE SÃO JOÃO DE ÁVILA E DE SANTA HILDEGARD DE BINGEN


HOMILIA DO PAPA BENTO XVI


Praça de São Pedro


Domingo, 7 de Outubro de 2012









Veneráveis Irmãos,
Queridos irmãos e irmãs,


Com esta solene concelebração inauguramos a XIII Assembléia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, que tem como tema: A Nova Evangelização para a transmissão da fé cristã. Esta temática responde a uma orientação programática para a vida da Igreja, de todos os seus membros, das famílias, comunidades, e das suas instituições. Tal perspectiva se reforça pela coincidência com o início do Ano da Fé, que terá lugar na próxima quinta-feira, dia 11 de outubro, no 50º aniversário da abertura do Concílio Ecumênico Vaticano II. Dirijo a minha cordial saudação de boas-vindas, cheia de gratidão, a vós que viestes formar parte nesta Assembléia sinodal, em especial, ao Secretário-Geral do Sínodo dos Bispos e aos seus colaboradores. Estendo a minha saudação aos delegados fraternos de outras Igrejas e Comunidades Eclesiais, e a todos os presentes, convidando-os a acompanhar com a sua oração diária, os trabalhos que realizaremos nas próximas três semanas.

As leituras bíblicas, que compõem a Liturgia da Palavra deste domingo, nos oferecem dois pontos principais de reflexão: o primeiro sobre o matrimônio, que tratarei adiante; e o segundo sobre Jesus Cristo, que abordarei em seguida. Não temos tempo para comentar esta passagem da Carta aos Hebreus, mas devemos, no início desta Assembléia sinodal, aceitar o convite para fixar o olhar no Senhor Jesus, «coroado de glória e honra, por ter sofrido a morte» (Hb 2,9). A Palavra de Deus nos coloca diante do crucificado glorioso, de modo que toda a nossa vida e, em particular, o compromisso desta assembléia sinodal, se desenrole presença d’Ele e à luz do seu mistério. A evangelização, em todo tempo e lugar, teve sempre como ponto central e último Jesus, o Cristo, o Filho de Deus (cf. Mc 1,1); e o Crucificado é por excelência o sinal distintivo de quem anuncia o Evangelho: sinal de amor e de paz, chamada à conversão e à reconciliação. Sejamos nós, Venerados Irmãos, os primeiros a ter o olhar do coração dirigido a Ele, deixando-nos purificar pela sua graça.

Queria agora refletir, brevemente, sobre a «nova evangelização», relacionando-a com a evangelização ordinária e com a missão ad gentes. A Igreja existe para evangelizar. Fiéis ao mandamento do Senhor Jesus Cristo, seus discípulos partiram pelo mundo inteiro para anunciar a Boa Nova, fundando, por toda a parte, comunidades cristãs. Com o passar do tempo, essas comunidades tornaram-se Igrejas bem organizadas, com numerosos fiéis. Em determinados períodos da história, a Divina Providência suscitou um renovado dinamismo na ação evangelizadora na Igreja. Basta pensar na evangelização dos povos anglo-saxões e eslavos, ou na transmissão do Evangelho no continente americano, e, em seguida, nos distintos períodos missionários junto dos povos da África, Ásia e Oceania. Sobre este pano de fundo dinâmico, apraz-me também dirigir o olhar para as duas figuras luminosas que acabo de proclamar Doutores da Igreja: São João de Ávila e Santa Hildegarda de Bingen. Também nos nossos tempos, o Espírito Santo suscitou na Igreja um novo impulso para proclamar a Boa Nova, um dinamismo espiritual e pastoral que encontrou a sua expressão mais universal e o seu impulso mais autorizado no Concílio Ecumênico Vaticano II. Este renovado dinamismo de evangelização produz uma influência benéfica sobre os dois "ramos" concretos que desenvolvem a partir dela, ou seja, por um lado, a missio ad gentes, isto é, a proclamação do Evangelho para aqueles que ainda não conhecem a Jesus Cristo e a Sua mensagem de salvação; e, por outro lado, a nova evangelização, destinada principalmente às pessoas que, embora batizadas, se distanciaram da Igreja e vivem sem levar em conta prática cristã. A Assembléia sinodal que se abre hoje é dedicada a essa nova evangelização, para ajudar essas pessoas a terem um novo encontro com o Senhor, o único que dá sentido profundo e paz para a nossa existência; para favorecer a redescoberta da fé, a fonte de graça que traz alegria e esperança na vida pessoal, familiar e social. Obviamente, esta orientação particular não deve diminuir nem o impulso missionário, em sentido próprio, nem as atividades ordinárias de evangelização nas nossas comunidades cristãs. Na verdade, os três aspectos da única realidade de evangelização e completam e se fecundam mutuamente.

Neste sentido, o tema do matrimônio, que nos ofereceu o Evangelho e a primeira leitura, merece uma atenção especial. A mensagem da Palavra de Deus pode ser resumida na expressão contida no livro do Gênesis e retomada pelo próprio Jesus: «Por isso, o homem deixará seu pai e sua mãe e se unirá à sua mulher, e eles serão uma só carne» (Gn 2,24, Mc 10,7-8). O que significa hoje para nós essa palavra? Parece-me que nos convida a nos tornarmos mais conscientes de uma realidade já conhecida, mas talvez não totalmente apreciada, ou seja, que o matrimônio se constitui, em si mesmo, um Evangelho, uma Boa Nova para o mundo de hoje, em particular para o mundo descristianizado. A união do homem e da mulher, o ser «uma só carne» na caridade, no amor fecundo e indissolúvel, é um sinal que fala de Deus com força, com uma eloqüência que hoje se torna ainda maior porque, infelizmente, por diversas razões, o matrimônio, justamente nas regiões de antiga tradição cristã, está passando por uma profunda crise. Não é uma coincidência. O matrimônio está ligado à fé, não num sentido genérico. O matrimônio se fundamenta, enquanto união do amor fiel e indissolúvel, na graça que vem do Deus Uno e Trino, que em Cristo nos amou com um amor fiel até a Cruz. Hoje, somos capazes de compreender toda a verdade desta afirmação, em contraste com a dolorosa realidade de muitos matrimônios que, infelizmente, acabam mal. Há uma clara correspondência entre a crise da fé e a crise do matrimônio. E, como a Igreja afirma e testemunha há muito tempo, o matrimônio é chamado a ser não apenas objeto, mas o sujeito da nova evangelização. Isso já se vê em muitas experiências ligadas a comunidades e movimentos, mas também se observa, cada vez mais, no tecido das dioceses e paróquias, como demonstrou o recente Encontro Mundial das Famílias.

A chamada universal à santidade é uma das idéias chave do renovado impulso que o Concílio Vaticano II deu à evangelização que, como tal, aplica-se a todos os cristãos (cf. Lumen gentium, 39-42). Os santos são os verdadeiros protagonistas da evangelização em todas as suas expressões. Eles são, em particular, também os pioneiros e os impulsionadores da nova evangelização: pela sua intercessão e exemplo de vida, atentos à criatividade que vem do Espírito Santo, eles mostram às pessoas, indiferentes ou mesmo hostis, a beleza do Evangelho e da comunhão em Cristo; e convidam os fiéis, por assim dizer, tíbios, a viverem a alegria da fé, da esperança e da caridade; a redescobrirem o «gosto» da Palavra de Deus e dos Sacramentos, especialmente do Pão da Vida, a Eucaristia. Santos e santas florescem entre os missionários generosos que anunciam a Boa Nova aos não-cristãos, tradicionalmente nos países de missão e atualmente em todos os lugares onde vivem pessoas não cristãs. A santidade não conhece barreiras culturais, sociais, políticas ou religiosas. Sua linguagem - a do amor e da verdade - é entendida por todos os homens de boa vontade e lhes aproxima de Jesus Cristo, fonte inesgotável de vida nova.

Neste ponto, detenhamo-nos por um momento para admirar os dois santos que hoje foram agregados ao grupo seleto dos Doutores da Igreja. São João de Ávila viveu no século XVI. Profundo conhecedor das Sagradas Escrituras, era dotado de um ardente espírito missionário. Soube adentrar, com uma profundidade particular, nos mistérios da Redenção operada por Cristo para a humanidade. Homem de Deus, unia a oração constante à atividade apostólica. Dedicou-se à pregação e ao aumento da prática dos sacramentos, concentrando seus esforços para melhorar a formação dos futuros candidatos ao sacerdócio, dos religiosos, religiosas e dos leigos, em vista de uma fecunda reforma da Igreja.

Santa Hildegarda de Bingen, importante figura feminina do século XII, ofereceu a sua valiosa contribuição para o crescimento da Igreja do seu tempo, valorizando os dons recebidos de Deus e mostrando-se uma mulher de grande inteligência, sensibilidade profunda e de reconhecida autoridade espiritual. O Senhor dotou-a com um espírito profético e de fervorosa capacidade de discernir os sinais dos tempos. Hildegard nutria um grande amor pela a criação, cultivou a medicina, a poesia e a música. Acima de tudo, sempre manteve um amor grande e fiel a Cristo e à sua Igreja.

O olhar sobre o ideal da vida cristã, expressado na chamada à santidade, nos encoraja a ver com humildade a fragilidade de muitos cristãos, antes, o seu pecado, pessoal e comunitário, que se apresenta como um grande obstáculo para a evangelização; e nos encoraja a reconhecer a força de Deus que, na fé, vem ao encontro da fraqueza humana. Portanto, não se pode falar da nova evangelização sem uma disposição sincera de conversão. Deixar-se reconciliar com Deus e com o próximo (cf. 2 Cor 5,20) é a via mestra da nova evangelização. Só purificados, os cristãos podem encontrar o legítimo orgulho da sua dignidade de filhos de Deus, criados à Sua imagem e redimidos pelo sangue precioso de Jesus Cristo, e podem experimentar a sua alegria, para compartilhá-la com todos, com os de perto e os de longe.

Queridos irmãos e irmãs, confiamos a Deus o trabalho da Assembléia sinodal com o sentimento vivo da comunhão dos santos invocando, em particular, a intercessão dos grandes evangelizadores, dentre os quais queremos incluir com grande afeto, o Beato Papa João Paulo II, cujo longo pontificado foi também um exemplo da nova evangelização. Colocamo-nos sob a proteção da Virgem Maria, Estrela da nova evangelização. Com ela, invocamos uma especial efusão do Espírito Santo, que ilumine do alto a Assembléia sinodal e torne-a fecunda para o caminho da Igreja, hoje no nosso tempo.

 




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30.9.12

S. TERESA DO MENINO JESUS, virgem e doutora da Igreja

1  Outubro

 

 

Nasceu em Alençon (França) no ano 1873.


Entrou ainda muito jovem no mosteiro das Carmelitas de Lisieux e


exercitou se de modo singular na humildade, simplicidade evangélica e confiança em Deus,


virtudes que também procurou inculcar especialmente nas noviças do seu mosteiro.


Morreu a 30 de Setembro de 1897, oferecendo a sua vida pela salvação das almas e pela Igreja.


*


da LITURGIA DAS HORAS

   

Da autobiografia de Santa Teresa do Menino Jesus

(Manuscrits autobiographiques, Lisieux 1957, 227-229) (Sec. XIX)

No coração da Igreja eu serei o amor


     Não obstante a minha pequenez, quereria iluminar as almas como os Profetas, os Doutores, sentia a vocação de ser Apóstolo... Queria ser missionário, não apenas durante alguns anos mas queria tê lo sido desde o princípio do mundo e continuar até à consumação dos séculos. Mas acima de tudo, ó meu amado Salvador, quereria derramar o sangue por Vós até à última gota.
     Porque durante a oração estes desejos me faziam sofrer um autêntico martírio, abri as epístolas de São Paulo a fim de encontrar uma resposta. Casualmente fixei me nos capítulos XII e XIII da primeira epístola aos Coríntios; e li no primeiro que nem todos podem ser ao mesmo tempo Apóstolos, Profetas, Doutores, etc.... que a Igreja é formada por membros diferentes e que os olhos não podem ao mesmo tempo ser as mãos. A resposta era clara, mas não satisfazia completamente os meus desejos e não me trazia a paz.
      Continuei a ler e encontrei esta frase que me confortou profundamente: Procurai com ardor os dons mais perfeitos; eu vou mostrar vos um caminho mais excelente. E o Apóstolo explica como todos os dons mais perfeitos não são nada sem o amor e que a caridade é o caminho mais excelente que nos leva com segurança até Deus. Finalmente tinha encontrado a tranquilidade.
      Ao considerar o Corpo Místico da Igreja, não conseguira reconhecer me em nenhum dos membros descritos por São Paulo; melhor, queria identificar me com todos eles. A caridade ofereceu me a chave da minha vocação. Compreendi que, se a Igreja apresenta um corpo formado por membros diferentes, não lhe falta o mais necessário e mais nobre de todos; compreendi que a Igreja tem coração, um coração ardente de amor; compreendi que só o amor fazia actuar os membros da Igreja e que, se o amor viesse a extinguir se, nem os Apóstolos continuariam a anunciar o Evangelho nem os mártires a derramar o seu sangue; compreendi que o amor encerra em si todas as vocações, que o amor é tudo e que abrange todos os tempos e lugares, numa palavra, que o amor é eterno.
       Então, com a maior alegria da minha alma arrebatada, exclamei: Ó Jesus, meu amor! Encontrei finalmente a minha vocação. A minha vocação é o amor. Sim, encontrei o meu lugar na Igreja, e este lugar, ó meu Deus, fostes Vós que mo destes: no coração da Igreja, minha Mãe, eu serei o amor; com o amor serei tudo; e assim será realizado o meu sonho.



*


 

Oração de Santa Teresinha


 

A Vós, Santa Teresinha
Através das Vossas súplicas e do Vosso exemplo de santidade,
Intercedeis para que fiquemos sempre mais perto do Senhor Jesus,
E fazeis com que as vossas preces, sempre tão agradáveis ao Menino Jesus,
Descortine a nossa visão, para que possamos contemplar a face do Justo Senhor
E para que, assim, sejamos abençoados na nossa caminhada de fé.
Assiste-nos, meiga e afetuosa eleita, para que o Senhor Jesus,
Estendendo sobre nós a resignação dos justos,
Faça prosperar nas nossas almas a virtude do amor.
Rogamos, ainda, que pela força do nosso clamor,
Sejamos amparados pelo teu obsequioso auxílio
Que o Senhor Jesus, com a vossa insigne intervenção,
Se mantenha a controlar nossas alegrias e aflições,
Dando-nos o firme impulso para a nossa vocação missionária.

 

Amém.


 

 



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29.9.12

 Imagem do


Senhor Santo Cristo dos Milagres


venerada na Ilha Graciosa que se considera


anterior à imagem que actualmente se venera,


datada do final do séc.XX

HINO DE VÉSPERAS DA SEMANA SANTA

*

     O estandarte da Cruz proclama ao mundo
       A morte de Jesus e a sua glória,
       Porque o autor de todo o universo
       Contemplamos suspenso do madeiro.
    
*

      Com um golpe de lança trespassado,
       Ficou aberto o Coração de Cristo,
       Manando sangue e água como rio,
       Para lavar os crimes deste mundo.

*

 
      Ó árvore fecunda e refulgente,
       Ornada com a túnica real,
       Sois tálamo, sois trono e sois altar,
       Para o corpo chagado e glorioso.

      *

Ó Cruz bendita, só tu nos abriste 
Os braços de Jesus, o Redentor,
Balança do resgate que arrancaste
Nossas almas das mãos do inimigo.
      
*

        Cruz do Senhor, és única esperança,
       No tempo da tristeza e da Paixão.
       Aumenta nos cristãos a luz da fé,
       Sê para os homens o sinal da paz.

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25.9.12

Celebrações presididas por Bento XVI

em outubro e novembro

 

 

 

Divulgação do Calendário

 

CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 21 de setembro de 2012

 

O Serviço de Informação do Vaticano (VIS) divulgou hoje o calendário das celebrações presididas pelo Santo Padre, o papa Bento XVI, nos meses de outubro e novembro de 2012.

- Em outubro a programação do Santo Padre, o papa Bento XVI, começa dia 04 com a Visita ao Santuário da Santa Casa de Loreto;

- No domingo (07) - XXVII Domingo "per annum" - na Praça de São Pedro, às 9h30, será a Missa de abertura do Sínodo dos Bispos e a proclamação como "Doutor da Igreja"  de São João de Ávila e Santa Hildegard de Bingen;

- Quinta-feira (11), na Praça de São Pedro, às 10 horas, acontecerá a Missa de abertura do Ano da Fé

- Domingo (21) - XXIX Domingo "per annum" -  na Praça de São Pedro, às 9h30, Missa e Canonização dos Beatos: James Berthieu, Pedro Calungsod, Giovanni Battista Piamarta, Maria do Carmo Sallés y Barangueras, Marianne Cope, Catherine Tekakwitha, Anna Schäffer;

- Domingo (28) - XXX Domingo "per annum"-  na Basílica Vaticana, às 9h30, Santa Missa para a conclusão do Sínodo dos Bispos;

- Em novembro o calendário do Santo Padre começa na sexta-feira (02) com a celebração de todos os fiéis defuntos na Gruta do Vaticano, às 18, e um momento de oração para os Papas falecidos;

- No Sábado (03) na Basílica de São Pedro, no Altar da Cátedra, às 11h30 - Santa Missa pelas almas dos Cardeais e Bispos falecidos durante o ano.



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24.9.12

Actualização do BLOG...


 

 

 

 

Com a saída do Pe. Dinis Silveira das paróquias de Guadalupe e Luz,


a gestão deste Blog fica à conta do novo pároco,


Pe. João António Bettencourt das Neves


e como colaborador o seminarista Bruno Espínola.




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4.9.12

 

Festa em honra de N.ª Sr.ª da Luz 2012,


Luz - Ilha Graciosa


 

HINO DE NOSSA SENHORA DA LUZ
 


1- Sois Rainha dos Céus, Mãe de Deus,
Nosso amparo e guia no mundo,
Sois a estrela fagueira dos céus,
A guiar-nos em mar tão profundo.

Coro: Ó excelsa Senhora da Luz,
Vossos filhos a vós padroeira,
Em uníssono junto da cruz,
Tecem hinos de fé verdadeira.

2- Virgem Mãe sem pecado gerada,
Tributária do amor a Jesus,
Vossa fé será sempre exalta
da,
E vossas lágrimas junto da cruz.

3- Vós que sois a Senhora da Luz,
Da que leva à bem aventurança,
Iluminai-vos, Mãe
de Jesus,
E lutaremos com esperança.

4- Ó Virgem Mãe, Senhora da Luz,
Volvei vossos olhos amantíssimos,
Que se inundaram junto da cruz,
P’ra nós vossos filhos dilectíssimos.




SÁBADO, 1 DE SETEMBRO - Procissão da recolha das imagens




 

Após a recolha da procissão, celebrou-se a Santa Missa,
à qual presidiu e pregou o Rev. Pe. Sérgio Mendonça.
DOMINGO 2 DE SETEMBRO - Missa Solene em Honra de N.ª Sr.ª da Luz, presidida pelo novo pároco
Procissão da Senhora da Luz


 

por Bruno Espínola




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arquivos
2012:

 J F M A M J J A S O N D


Agenda Semanal

Guadalupe

Segunda-Feira: Missa às 18.00
Terça-Feira:
Quarta-Feira:
Quinta-Feira:
Sexta-Feira:
Sábado:
Domingo: Missa às 11.00


Luz

Segunda-Feira:
Terça-Feira: Missa às 18.00
Quarta-Feira: Missa às 20
Quinta-Feira: Confissões e esposição do Santíssimo Sacramento às 18.00 e Missa às 20.00
Sexta-Feira: Missa às 20.45
Sábado: Procissão da Recolha às 20.00 e Missa a seguirDomingo: Missa às 12.30 e Procissão às 18.00

Ribeirinha

Segunda-Feira:
Terça-Feira:
Quarta-Feira: Missa às 18.00
Quinta-Feira:
Sexta-Feira:
Sábado:
Domingo: Missa às 09.45


Ouvidoria

Segunda-Feira:
Terça-Feira:
Quarta-Feira:
Quinta-Feira:
Sexta-Feira:
Sábado:
Domingo:

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